Adjetivo que descreve aquele já determinado para morte. Paulo usa este termo em 1Coríntios 4:9 para caracterizar os apóstolos como espetáculo público destinado à morte—metáfora de sofrimento e fragilidade apostólica. Teologicamente expressa tanto a disposição divina (decreto) quanto a realidade humana (condenação). Ressalta o contraste entre a vocação ao sacrifício e a esperança cristã na ressurreição. Vital para compreender o paradoxo paulino: os apóstolos vivem como mortos para que a vida de Cristo se manifeste.
1 Coríntios 4:9
Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens.