Substantivo que denota movimento do desejo humano, frequentemente com conotação negativa em contextos éticos. Paulo utiliza o termo para descrever paixões que contrariam o Espírito (Rm 1:27). Teologicamente importante para antropologia bíblica, expressando a realidade da concupiscência pós-queda. Contrasta com o fruto do Espírito e exemplifica a luta paulina entre carne e espírito. Fundamenta a necessidade de mortificação dos apetites carnais para vida em Cristo.
Romanos 1:27
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.