Objeto cotidiano utilizado metaforicamente em teologia paulina (Romanos 9:21-23) para ilustrar relação soberana entre criador e criatura. A fragilidade e malleabilidade do vaso de barro exprime dependência absoluta do crente ante Deus, enquanto sua funcionalidade aponta dignidade de propósito divino. Metáfora humilde que contrasta fraqueza material com poder espiritual conferido por Deus.
Hebreus 9:4
Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança;